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2020 – O ano que transformou a maioria dos negócios. Dicas a considerar antes de ter um website

Transformação nos negócios ano 2020

O ano de 2020 foi um ano atípico para todos, sendo que a economia foi bastante afetada. Os comerciantes tiveram que se reinventar rapidamente, quem não estava no digital teve que aderir a tendência ou corria o risco de fechar portas.

É uma oportunidade poder vender e se destacar no digital, principalmente nesta altura de incertezas em que vivemos. Seja micro, pequena ou grande empresa aposte no digital, é um mercado aberto (apesar da concorrência) mas que ainda tem muito que se explorar. Mesmo sendo uma pequena marca, blogger ou influencer crie um site. Mas antes de tomar essa decisão, conheça as dicas que temos para que possa ter um site moderno, atraente, otimizado e com potencial para converter visitantes em clientes.

1º Analise

Antes de avançar para a criação de um website analise primeiro o que a concorrência tem feito, os pontos que esta em falta e que você pode colmatar, se destacando assim dos demais portais web.

Faça uma check-list do que gostaria incluso na sua plataforma web, que agregue valor ao seu consumidor. Não faça ou não peça um site, no desespero. Se só agora analisou a possibilidade de rentabilizar o seu negócio estando no digital, faça algo que torne a experiência do seu cliente única, que ele possa passar momentos no site e se apaixonar por aquilo que consulta.

2º Analise a disponibilidade do domínio

Verificar a disponibilidade do domínio é algo muito importante, primeiro ver se ele coincide com o nome da nossa marca, se ficará em .com ou .pt – Quais as diferenças?

O domínio é o nome da sua marca na internet, a porta de entrada para o seu site (por norma o da sua empresa/projecto/marca) e deverá ter a extensão por si selecionada.

Quanto à escolha da extensão (é o .com ou .pt), o que aconselhamos será sempre por escolher um de acordo onde pretende atuar. Ou seja, se o seu mercado preferencial é o português, opte por registar o .pt, neste caso saberão que se trata de uma empresa que opera em Portugal. Se por outro lado, o seu nicho de atuação é estrangeiro ou representa a sua maior fatia de atuação – ou se estrategicamente pretende enveredar por aí – então escolha o .com isto significa que a marca atua para o mercado estrangeiro.

Depois, escolha do domínio. Que nada mais que o nome da sua marca na internet – é aquele endereço que o utilizador coloca no browser do género www.marcabis.pt a marca bis é o domínio, serve para localizar a informação que disponibiliza aos seus clientes. Confuso? Vamos então explicar como funciona a arrumação dos websites na internet.

As páginas web são livros – com variada informação que será disponibilizada pela biblioteca. O que é a biblioteca? A biblioteca aqui referida é o servidor onde estará alojado o seu website. Existe empresas que detém grandes computadores (aqueles computadores gigantes que se vê em filmes) e que disponibilizam gavetas ou espaços das gavetas para que se possa colocar a informação que pretendemos, nesse caso os livros. E como é que consegue ir buscar a informação dos livros? É com o domínio, ao escrever o domínio no browser (janela da internet – comumente utilizado o Chrome, Firefox ou Internet Explorer. Vamos chama-la (browser) de bibliotecária), irá as gavetas ou prateleiras da biblioteca buscar o livro que pretende que na verdade é a informação que é disponibilizada no website e apresenta em milésimos de segundos para que você e outros utilizadores possam consultar.

Daí, que quando solicita a um desenvolvedor ou uma empresa de desenvolvimento de websites que construa um para si, a primeiro coisa que questionam é – já tem nome para o domínio? Pois é, porque é necessário verificar se na biblioteca existe disponibilidade para esse nome, pode ser que alguém já tenha publicado um livro com o mesmo nome, o que não poderá coincidir a informação. Formas de contornar, caso o nome já esteja a ser utilizado, é pela extensão. Pode ser que ao escolher www.marcabis.pt esteja ocupado, mas a .com esteja livre ou mesmo .net. E aí poderá ter o seu domínio com o mesmo nome que a sua marca. Mas tenha em atenção de passar essa informação de forma correta aos seus clientes para que não passem a aceder o outro site que não o seu.  

3º Escolha uma boa empresa de hospedagem

O que é isso hospedagem? A hospedagem é o servidor onde estará alojado o seu website. Vamos tratar de biblioteca conforme já mencionamos acima. Escolha uma biblioteca de qualidade que garanta que o seu site esteja disponível 24h/24h. Pode escolher empresas de hospedagem gratuitas ou de baixo custo, mas isso tem impacto no desempenho da sua plataforma web. Como? Por exemplo o limite de ficheiros que possam ser carregados (ficheiros podemos considerar imagens ou vídeos) é limitado, pode haver falhas e quebras no servidor o que fará que o seu site fique indisponível constantemente ou poderá ver o seu site demorar a apresentar a informação, porque como é gratuito ou de baixo custo é partilhado com outros clientes o que subcarrega o sistema.

Na verdade, administrar um site não é fácil e é por isso que aconselhamos a um bom serviço de alojamento, que garanta – segurança do site, backups constantes para evitar percas de informação, capacidade de resposta para momentos de maior congestionamento na web, que carregue rapidamente e garantia também de disponibilidade de um técnico, sempre que for necessária ajuda extra.

Ui Ux

4º Design (UI/UX)

O design do website vai para além do bonito, de uma boa fonte, de imagens de qualidade, cor e identidade visual. Um website com UX – user experience é um site que além de ter uma boa aparência apresente também uma boa interação de navegabilidade. Ou seja, os seus clientes/utilizadores devem se apaixonar ao navegar na sua plataforma web. Como? Deve ter toda a informação mencionada acima (boa imagem…), deve ser intuitivo e fácil de navegar. Ao construir-se uma plataforma web, não deve construí-la para si, mas sim para quem vai fazer uso constante da mesma. Deve ser um projecto bem arquitetado com um menu interativo de fácil navegação. Acima de tudo, deve garantir que essa plataforma é responsiva – adaptável em qualquer dispositivo utilizado pelo cliente.

Entrado na componente de UI – user interface é a forma como o utilizador vai interagir com a plataforma. Com a escolha ao detalhe dos botões, cores, ícones, fontes, tamanhos, formatos e até mesmo do copy, tudo isso impacta na interação do utilizador. Inclusive UI e UX andam de mãos dadas quando se trata de cumprimento do design. Por exemplo, quando o designer escolhe uma cor para um ícone não é porque fica bonito, vai além disso. As cores influenciam na permanência do utilizador no site. Cores fortes têm tendência a criar um cansaço visual ao utilizador, logo ele ao entrar na plataforma se verificar muitos tons fortes automaticamente faz um retroceder. Resultado = perde uma possibilidade de venda.

5º Responsivo

No ponto 4º falamos da interação que o utilizador vai ter com a plataforma web, e mencionamos que a plataforma deve ser responsivo. Porquê? A frase de eleição: “o site não é para si, mas sim para os seus clientes”. Logo deve pensar que a plataforma deve ser acessível de qualquer disposto que permita aceder a internet.  

Agora, vamos falar um pouco sobre o que ser responsivo – é a capacidade do website se adaptar automaticamente a um desktop, tablet ou smartphone (adaptar-se ao ecrã de qualquer dispositivo eletrónico com capacidade de aceder a internet). Quando falamos de adaptar-se, referimo-nos que a informação a ser apresentada ao utilizador deve ser igual se for num desktop ou smartphone, e deve respeitar os mesmos conceitos referidos nos pontos anteriores.

Alerta: um website responsivo é uma porta aberta para indexação nos motores de pesquisa. Quer isto dizer, que motores de pesquisa como o google vão classificar o seu site como bom para ser disponibilizado quando alguém procurar por serviços ou produtos que o seu site apresente.

6º Conteúdo relevante – Técnicas de SEO

“Conteúdo é rei” frase premissa para o marketing. Ao oferecer conteúdo rico e de valor ao seu publico irá transmitir confiança naquilo que você vende. Por exemplo: é uma pastelaria de fabrico próprio e quer atrair mais clientes, se fizer vídeos com receitas de alguns doces que vende em sua pastelaria irá criar a expectativa no cliente do produto final, sendo que ele esta a acompanhar o processo e terá uma melhor perceção do produto que ele vai consumir. Para além de visualizar a receita, ele irá recomendar a pessoas chegadas, porque até gosta, pode até tentar recriar a sua receita, mas nunca sairá igual. Verdade é, que torna-se mais pratico passar na pastelaria e comprar os seus produtos que tem um toque especial – o seu. Logo, além de mostrar ao cliente a receita você o esta a envolver no processo de criação dos doces que ele consome.

E, é isso o que o conteúdo faz, cria ligações cativantes para o publico onde o seu produto se destaca.

Além disso, só com conteúdo de qualidade e otimizados com estratégias de SEO (Search Engine Optimization) é que o seu website consegue alcançar posições relevantes no motor de pesquisa, podendo mesmo chegar ao topo – primeiras posições do Google. Estando nas primeiras posições do Google só resulta em uma coisa – mais clientes.

7º Delegue a uma agência de marketing digital

Reparou que são muito passos, certo? Mas, não é impossível.

Caso queira uma plataforma profissional e com assistência permanente solicite e confie o seu desenvolvimento a uma agência de marketing digital. Ao confiar nesse parceiro estratégico, não só delega toda a burocracia como também garante a utilização das ferramentas certas no momento certo, que as coisas estão a ser feitas da melhor maneira possível para apresentar a sua marca/negócio/empresa online destacando-se da concorrência.

Fale com um criativo UNMA para conhecer melhor sobre a criação de uma plataforma web (website) clicando aqui.

E, enquanto isso… Boas festas e boas vendas.

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